martes, 31 de marzo de 2026

30 de Março. Dia da terra de Palestina




Como bem estamos a ver, durantes os últimos anos estamos a viver tanto um aumento de presença da extrema dereita e de governos filofascistas ou abertamente feixistas. 
Isto, sumado á extrema situaçom na que se atopa o estado palestino e as súas gentes, fai que neste mesmo territorio, a situaçom atual seja um absoluto caos pra os seus habitantes originarios.´

Os Gaza Sunbirds, que é a equipa paraciclista de Gaza, venhem a pedir que secundemos a súa convocatoria arredor do mundo, e isto é porque o 30 de Março celébrase en Palestina o Día da Terra, mor de que foi neste, no 1976, no que o Estado Palestino, anunciara um novo plan de expançom e colonizaçom de terreios palestinianos, mais tambem porque nestas mesmas conmemoraçoms, nas represalias que tomou o estado sionista causarom que esta mesma equipa se vise acrecentada em membros, debido a estes pasar de equipas regulares a paradeportistas. E dizer, o estado sionista ca súa represióm causou mais feridos e amputaçoms, sendo Gaza agora mesmo a area de maior concentraçom de amputadxs do mundo. 
 
Nom nos faltam motivos pois pra secundar a marcha do día da Terra pois. Em Palestina e em Gaza em particular estase a dezidir o futuro da humanidade. Se este pasa por viver governados por estados fascistas e autoritarios ou por estados nos que a convivencia seja cada vez mais amabel, tanto cos habitantes em si do seu territorio, coma da vezinhanza e co planeta em si, que como bem sabemos esta a pasar por um momento clave en canto á saude dos diferentes ecosistemas E nisto mesmo e onde consideramos importante o apoio á xs GazaSunbirds. 

Dende as organizaçoms que secundamos esta marcha (APedreira, Pedaladas e Pontevedra Com Palestina), consideramos que o futuro pasa pola responsabilidade co noso ecosistema e está mais que probado, que como bem dim, ‘A bicicleta é o vehículo do futuro que se inventou no pasado’ O seu uso foi clave en diferentes procesos que consideramos especialmente importantes, como o da libertaçom da mulher, o desembolvemento de diferentes paises do sur global ou tam simples coma o día a día de moitos cidadans que rejeitam o modelo de mobilidade que suxire o capitalismo, que vem sendo o causante da maior parte dos conflitos actuais no globo.

Com esta marcha pretendemos tambem recuperar o espiritu ciclista que durante case uma década tomou as rúas da nosa vila, Pontevedra, celebrando uma masa crítica mensual e lembrar que o extraradio tambem existe e a comunicaçom com este nom se pode basear somentes nos vehículos a motor, senom que as bicicletas debem ser uma opçom prioritaria e lamentabelmente, nim no centro, nem nas arterias que conectam as parroquias com este estamos a ver que esto esteja a suceder.     

Somos conscientes tambem de que a Boa Vila deu um cambio abismal nas dúas últimas décadas, converténdose na cidade na que estamos tam contentos de viver, mais compre nom deixar a vista no pasado e seguir a trabalhar por um modelo de cidade mais acorde cos tempos que por uma banda lamentabelmente cada vez som mais duros e por outra, tudo indica que nom vam ir a melhor, cando menos no medio e longo praço, ja que como bem sabemos a situaçoms de esgotamento dos recursos energéticos, com ou sem guerras e antes ou despois e algo ao que nos enfrentaremos.
     
Lamentabelmente nom podemos fazer uma Masa Crítica nas rúas de Gaza, ja que estas nim tam sequera existem já. Nem podemos fazela em Jerusalem mor dos bloqueos do ejercitosionista ou Tel Aviv nim nos territorios ocupados da CisJordania, mais por sorte sim podemos seguir a fazela nas ruas da nosa vila, seguindo assim o dito que é ‘Pensa Global, Actua Local’ e agardando o día que si poidamos tanto pedalar mais livres nas nosas parroquias, coma poder visitar Palestina e voltar pedalar á beira do Mediterraneo

martes, 3 de marzo de 2026

Conciliaçom 8M

Este 8 de Março, Dia da Mulher Trabalhadora, desde o Centro Social A Pedreira queremos contribuír ativamente a que mais mulheres podan participar na jornada de mobilizaçom e nos espaços de encontro.


O 8M é unha data de reivindicaçom feminista e de visibilizaçom do trabalho, remunerado e nom remunerado, que realizam as mulheres. Umha forma concreta de apoio é facilitar que disponham do seu tempo.


Por isso animamos a todos os sócios e companheiros a oferecer-se neste dia para tarefas de conciliaçom: coidado de crianças, acompanhamento de pessoas dependentes ou substituiçons pontuais que permitam a outras mulheres asistir à manifestaçom ou ao Jantar das Mulheres.


A colaboraçom pode organizar-se de maneira simples, a través das redes de confiança de cada quem. O importante é asumir coletivamente que a corresponsabilidade também é umha práctica política.


Se queres participar nesta iniciativa de Conciliaçom 8M, contacta co centro social. 



venres, 20 de febreiro de 2026

COMUNICADO DAS PESSOAS SANCIONADAS POLAS PROTESTAS CONTRA A PARTICIPAÇOM DA EQUIPA DE ISRAEL NA VOLTA CICLISTA


A subdelegaçom do governo em Pontevedra, co seu desmesurado afám arrecadador e repressor das liberdades, impom a 27 pessoas umha sançom de 300 €, polo facto de protestar contra a participaçom da equipa de Israel na volta ciclista, baseando-se na lei contra a Violência, o Racismo, a Xenofobia e a Intoleráncia no Desporto.

Na mobilizaçom de Mos, como na de Monforte ou como em todas as celebradas nas distintas localidades da Galiza por onde discorreu dita competiçom, protestou-se de forma totalmente pacífica, contra a participaçom da equipa de Israel no evento desportivo, por considerar que se tratava dumha prática de lavado de cara e de branquear um crime de lesa humanidade, reivindicaçom partilhada por umha grande parte da populaçom galega e estatal. Já com anterioridade à sua celebraçom, muitos setores da sociedade e organizaçons sociais de defesa de direitos humanos solicitarom à organizaçom que regeitasse a participaçom desta equipa; esta reivindicaçom foi em aumento até converter- se num clamor popular, somando-se a ela numerosas pessoas do ámbito cultural, social, sindical e desportivo, incluso diversos cargos de partidos políticos dum amplo espetro ideológico, entre os quais se atopava o presidente do governo do Estado. Estas demandas coletivas fôrom desouvidas de jeito prepotente pola organizaçom, o que gerou grande descontentamento social.

A prova ciclista celebrou-se em plena operaçom de limpeza étnica de Israel contra a populaçom palestina. Operaçom na que, como reconhece o próprio governo israelita, se assassinárom 71.667 pessoas palestinas, das quais mais de 75% eram mulheres e crianças. Seguramente os números serám muito mais elevados, como adverte a relatora da ONU para os Territórios Palestinos Ocupados. Neste genocídio utiliza-se a tortura, a violaçom, a fame e a sede como armas de guerra, e atacam-se jornalistas e centros de saúde como objetivos prioritários.

A aplicaçom, nestas sançons, da Lei contra a Violência, o Racismo, a Xenofobia e a Intoleráncia no Desporto carece de toda lógica e critério e supom umha utilizaçom perversa da mesma, já que aplicá-la a umha protesta pacífica a favor dos direitos humanos é contrário aos objetivos para os que foi redigida: evitar a violência e o racismo que tem lugar nalguns ámbitos desportivos. No seu preámbulo di, entre outras cousas: “Nenhumha raça, religião, crença política ou grupo étnico pode considerar-se superior às demais”, o que é mais acorde coa reivindicaçom da protesta que cos argumentos da sançom. Nom estamos ante um caso de violência no desporto, senom de cidadania consciente.


Estas protestas nom nacerom do ódio, senom da solidariedade e a defesa dos Direitos Humanos. Nom se exerceu violência nem se fomentou a xenofobia, o racismo e a intoleráncia; todo o contrário, protestou-se contra a xenofobia, o ódio e a violência extrema que exerce o estado de Israel contra a populaçom palestina. Estám baseadas no exercício pacífico dos direitos fundamentais de liberdade de expressão, protesta e reuniom, manifestando umha opiniom política legítima e de solidariedade. Os factos nom podem qualificar-se de participaçom ativa em altercado, peleja ou desordens públicas. Tampouco se produzírom danos materiais nem pessoais, tal e como se reconhece na própria sançom.


O conceito de “discurso de ódio” naceu para proteger o exercício dos direitos fundamentais de coletivos vulneráveis e historicamente discriminados, nom para defender um país que viola de jeito bestial e sistemático os direitos humanos. A incitaçom ao ódio requer umha intençom direta de gerar hostilidade, discriminaçom ou violência contra um grupo vulnerável. Nada disto é aplicável neste caso.

Portar bandeiras da Palestina nom incita à violência nem ao ódio contra nengum coletivo, incita à açom política e diplomática contra um governo que está exercendo um genocídio. A Palestina é um Estado reconhecido oficialmente polo Governo do Estado espanhol, polo que é juridicamente insustentável que a Administraçom considere "incitaçom à violência" a exibiçom de bandeiras dum Estado amigo e reconhecido diplomaticamente. Umha bandeira palestina é um símbolo de solidariedade e reivindicaçom humanitária global.

O mesmo Governo que nos sanciona por denunciar o genocídio, ainda segue mantendo relaçons comerciais, incluso de indústria armamentista e de tecnologia militar, co estado israelita.


Por se fora pouco, nestas sançons relatam-se uns factos sem especificar em que infraçom incorreu cada pessoa sancionada. E como nom existem motivos que possam fazer quadrar as suas fantasias jurídicas coa realidade, oferecem umha reduçom importante na contia da sançom a quem se responsabilize dalgum dos factos.


Por todo o acima descrito, denunciamos publicamente estas sançons como umha manobra repressiva, com afám arrecadador, na que se aplica umha lei que nom tem nada a ver cos factos, onde se criminaliza umha protesta pacífica em defesa dos direitos humanos do povo palestino e onde nom existe umha acusaçom clara duns factos determinados a cada pessoa sancionada.



Assina este comunicado: Represaliadas pola volta ciclista.



Subscrevem este comunicado as seguintes organizaçons sociais:

-Movemento Global para Gaza Galiza, -Compostela por Palestina, -Foro Galego de Inmigración, -Colectivo de Apoio a Palestina Costa da Morte, -Insubmisas Contra o Rearmamento Galiza, -Sanidade Galega con Palestina, -Galiza por Palestina, -CS Mádia Leva. -CGT Galicia, -Pontevedra con Palestina, -Colectivo ProPalestino de Redondela,

-Sinha PACA (Plataforma de Activistas Culturais e Artistas), -CS A Revolta do Berbés, -BDS Vigo, -BDS Galiza, -Morrazo con Palestina, -Ateneo Areas Gordas, -Memoria Verdade e Xustiza, -O Condado con Palestina, -CS A Galleira, -As da Industria, -Intifada Cultural,

-Centro Social A Pedreira, -Ceivar, -Colectivo de Acción Gravidade 2.0, -CIG (Confederación Intersindigal Galega), -A Revolteira, -Centro Social Gomes Gaioso, -Mpi (Mocidade pola Independência), -Xuventude Comunista, -CMS (Coordenadora da Mocidade Socialista),

-Adega (Asociación para a Defensa Ecolóxica de Galiza), -CS Fuscalho, -Fruga, -Confraría de Pescadores "Santa Tegra" de A Guarda, -Asociación Piueiro, -ORMALUGA, -Organización de Mariñeiras e Mariñeiros Luso Galaica, -Do Courel a Palestina, -Ateneo Libertario de Pontevedra, -Centro Social A Desviada,-Avante LGBT+, -Asociación FISA Boa Vida, -CSA A Hedreira, -Lugo por Palestina, -Assembleias Abertas Independentistas, -Erguer. 

luns, 2 de febreiro de 2026

Foliada! 𝟔 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨

 

🥁 𝐅𝐎𝐋𝐈𝐀𝐃𝐀 𝐃𝐀 𝐏𝐄𝐃𝐑𝐄𝐈𝐑𝐀 💫
📍 Mercado de Abastos · Ponte Vedra
🗓️ 𝟔 𝐝𝐞 𝐟𝐞𝐯𝐞𝐫𝐞𝐢𝐫𝐨
🕗 𝟐𝟎:𝟎𝟎 · Obradoiro de baile com 𝐌𝐢𝐠𝐮𝐞𝐥 𝐒𝐨𝐭𝐞𝐥𝐨
🕘 𝟐𝟏:𝟎𝟎 · Música ao vivo com 𝐀𝐛𝐢𝐧̃𝐚𝐝𝐨𝐢𝐫𝐚 e 𝐏𝐚𝐧𝐝𝐞𝐫𝐞𝐭𝐞𝐢𝐫𝐚𝐬 𝐏𝐞𝐢𝐬 𝐝’𝐇𝐨𝐬
O Centro Social A Pedreira organiza umha foliada *𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐚 𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐭𝐢𝐯𝐚, pensada como 𝐞𝐬𝐩𝐚𝐜̧𝐨 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐫𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐠𝐚𝐥𝐞𝐠𝐨, tanto para quem o fala com naturalidade como para quem está a começar.
Umha festa 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐠𝐞𝐫𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐞 𝐟𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐬𝐭𝐚, onde rompemos estereótipos, partilhamos saberes e colocamos os corpos no centro, sem papéis impostos.
Aqui nom vimos consumir cultura: 𝐯𝐢𝐦𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢́-𝐥𝐚 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐚𝐬. Se che apetece somar, este é o teu lugar.
A tua voz importa, o teu ritmo conta e a festa melhora quanto mais a fazemos em comum.
Vinde cantar, bailar e fazer comunidade.
💪🏼✊🏼 𝐀 𝐟𝐨𝐥𝐢𝐚𝐝𝐚 𝐞́ 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐚!

venres, 23 de xaneiro de 2026

🔥 ROJAVA RESISTE, O FASCISMO AVANÇA 🔥


Nos últimos dias, as companheiras da Revoluçom de Rojava vírom-se obrigadas, umha vez mais, a defender o seu território e o projeto democrático, popular e feminista construído no nordeste da Síria. Frente a elas, avançam grupos islamistas armados (coa cumplicidade direta ou indireta do próprio Estado sírio e das potências que o sustentam), deixando tras de si sequestros de mulheres, humilhaçons por pertença étnica, liberaçom de combatentes do ISIS e umha escalada de terror e barbárie.


O que está a acontecer em Rojava nom é um conflito local. É umha expressom clara dum fenómeno global: o avanço do fascismo. Um fascismo que, em todas as latitudes, se constrói sobre o ódio, o autoritarismo e a violência patriarcal. Nom é casual que ataque com especial crueldade projetos onde as mulheres som protagonistas políticas, militares e sociais.


Rojava representa tudo o que o fascismo teme: democracia desde abaixo, pluralidade étnica, autodefesa popular e libertaçom das mulheres. Por isso a violência que ali se exerce é também umha guerra contra a emancipaçom feminina, a expressom mais crua da brecha de género que o fascismo aprofunda em todo o mundo.


Quando as democracias tambaleiam, o fascismo avança. E fá-lo sempre com um forte componhente machista, disciplinando corpos, calando vozes e destruindo qualquer alternativa que demonstre que outro mundo é possível.


Como internacionalistas e antifascistas, nom podemos mirar para outro lado. Defender Rojava é defender a vida, a dignidade e a luita contra o fascismo global.


✊🏾 Toda a solidariedade com quem resiste em Rojava.

🔥 Contra o fascismo, organizaçom e luita.


xoves, 15 de xaneiro de 2026

24 ꭰꭼ Ꭻꭺꮑꭼꮖꭱꮎ
Ꭼꮖꭱꭺ ꭰꮎ Ꭻꮎᏽꮎ ꭰꭺ Ꮲꭼꭰꭱꭼꮖꭱꭺ
Ꮩꭼꮑ ꭻꮎᏽꭺꭱ ꭼ ꭻꭺꮑꭲꭺꭱ ꮯꮎꮑ ꮑóꮪ





COMUNICADO DO CENTRO SOCIAL A PEDREIRA

Três meses depois dos acontecimentos vividos

durante as protestas contra a participaçom da equipa israelí na Volta Ciclista e da posterior detençom dum companheiro, acabamos de receber novas notificaçons represivas. Polo menos três pessoas vinculadas ao Centro Social A Pedreira enfrentam agora procedimentos sancionadores que, de maneira surpreendente, nos acusam de racismo, xenofobia e intoleráncia.

Queremos expresar com claridade que estas sançons  produzem-se unicamente por exercer o nosso direito à expressom e por manifestar publicamente a nossa solidariedade co povo palestiniano diante da situaçom extrema que se vive em Gaza. Denunciar violaçons sistemáticas dos direitos humanos e posicionar-se contra a violência exercida sobre a populaçom civil nom pode ser considerado um ato de ódio; muito polo contrário, responde a princípios básicos de justiça, dignidade e humanidade.

Entendemos estas multas como parte dumha dinâmica que vai mais alá dos casos concretos: umha forma de pressom que procura dissuadir, cansar e desmobilizar a participaçom social e a protesta legítima. A aplicaçom de sançons económicas cumpre aqui um papel claramente intimidatório, aproveitando-se da desigualdade de forças entre a administraçom e as pessoas ou colectivos que se organizam desde abaixo.

Desde A Pedreira queremos informar que recorreremos estas sançons e que continuaremos defendendo o direito a manifestar-se e a mostrar solidariedade internacionalista. Ao mesmo tempo, agradecemos sinceramente todas as mostras de apoio recebidas até o de agora, que demonstram que nom estamos sós.



Nos vindeiros dias partilharemos informaçom sobre como acompanhar este processo e sobre diferentes formas de apoio mutuo e solidariedade, também no plano material, para afrontar coletivamente as consequências destas sançons.

Seguiremos atentas, organizadas e comprometidas, convencidas de que a defesa dos direitos humanos e da liberdade de expressom é umha responsabilidade coletiva.

Viva Palestina livre.

Centro Social A Pedreira

sábado, 3 de xaneiro de 2026

Imperialismo ianque CRIMINAL

A escalada bélica unilateral do Estado genocida e criminal dos EEUU, baixo o mandato de Trump, é um novo passo na ofensiva imperialista para impor pola força a sua vontade sobre os povos livres da América. Umha guerra de agressom ao serviço do saqueio imperialista, destinada a enriquecer umha oligarquia multimilionária, mentres o próprio povo estadounidense é condenado à miséria e à precariedade.


Onde estam as sançons da chamada “comunidade internacional” perante este novo ataque? Onde estam as democracias europeias, caladas e cúmplices do imperialismo ianque?



















martes, 30 de decembro de 2025

 EDITADO:
𝐂𝐀𝐍𝐂𝐄𝐋𝐀𝐃𝐎𝐒 💔
* 𝟏𝟕 𝐉𝐚𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨 - 𝐎𝐛𝐫𝐚𝐝𝐨𝐢𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐛𝐨𝐧𝐬 𝐭𝐫𝐚𝐭𝐨𝐬 𝐞 𝐣𝐚𝐧𝐭𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢́𝐯𝐢𝐨
* 𝟑𝟎 𝐉𝐚𝐧𝐞𝐢𝐫𝐨 - 𝐅𝐨𝐥𝐢𝐚𝐝𝐚
** Sentimos os inconvintes.
Para o mes máis foliada!!! Graças
_______________________________________

Ꭻꭺꮑꭼꮖꭱꮎ ꮑꭺ Ꮲꭼꭰꭱꭼꮖꭱꭺ
  • Sexta 9, 20:00h:  
- Jornada intercâmbio de línguas
  • Sábado 10, 20:00h: 
- Obradoiro de exploraçom vogal
- Concerto acústico: MoOoM Atlántico 
  • Sábado 17, 12:00h: 
- Obradoiro de bos tratos
- Jantar convívio

  • Sexta 23, 20:30: 
- Obradoiro galego internacional
  • Sábado 24, 12:00: 
- Sessom infantil con Contacontos musicado com Tania Justo 
"O monstro de cores"
  • Sexta 30, 20:00h: Foliada



luns, 3 de xuño de 2024

II Foliada de Lume Novo

 

Por segundo ano realizamos a Foliada nos antigos terrenos de Tafisa. Na noite do 23 ao 24 de junho vem desfrutar da tradiçom saltando o lume purificador do foliom, comendo umhas sardinhas ou chouriços no pam e dançando a melhor música de raiz com as gaiteiras e percusionistas do Centro Social A Pedreira e a atuaçom estelar de Lideira, aos que podes escuitar aqui

luns, 22 de abril de 2024

FESTA DA LÍNGUA 2024: SEMENTANDO FUTURO PARA A NOSSA LÍNGUA!

Nos próximos 17 e 18 de maio a boa Vila acolherá reivindicaçom, animaçom e festa com atividades para todas as idades. Nestes dias celebramos o nosso compromisso diario em defesa da língua e sinalamos objetivos para o futuro.

Assina com a tua associaçom ou coletivo o manifesto aqui e acode a ruada lúdico-reivindicativa pola língua na sexta-feira 17 às 20:30h desde a Peregrina.

Reserva para o jantar do dia 18 aqui. Às 14:30 na rua Serra e se chove, no 1º andar da praça de Abastos. Preço 15€, 10€ para menores de 16anos, gratis para menores de 6.

17 de maio, dia das letras galegas.

20:30h ruada pola língua desde a praça da Peregrina, podes trazer o teu instrumento para montar festa.

21:00h Concertos na praça da Pedreira:

                                               CATUXA SALOM

                                              OS VACALOURAS

Podes escuitar aqui e aqui algúns temas das bandas convidadas.

Dia 18 de maio (na rua Serra)

11:00 Livros Viageiros (Bookcrossing)

11:00 Jogos populares com Sororas

12:30 Peter punk (pior impossível)

13:30 Foliada com Foula

14:30 Jantar popular e sobremesa.

21:00 Concerto de Martelo no Centro Social.

martes, 2 de abril de 2024

 

Abril cheio de vida, festa e compromisso, durante a semana grupos, cursos, etc nos que podes participar, achega-te e pergunta polos detalhes. Já nas fines de semana encontrarás o local 100% aberto ao público.



martes, 2 de xaneiro de 2024

luns, 11 de decembro de 2023

mércores, 13 de setembro de 2023

Grande inauguraçom do Centro Social A Pedreira

 sexta 29 e sábado 30 de setembro

Depois de meses de intenso trabalho e enquanto acabamos os detalhes, podes vir pintar e decorar coletivamente na próxima terça e quinta-feira 19 e 21 de setembro, temos o prazer de anunciar o inicio da atividade no local da rua Serra 36, que já agora conta com toda a infraestrutura disponível.

O evento, de dous dias, contará com debates, formaçom, comida e muita música, atividades que som para todos os públicos. Ajuda difundir o cartaz nas redes sociais.

 


📌Sexta-feira, 29:
📍 Mesa redonda : Experiências para a transformaçom social
📍Concerto com Tecor Societário

📌Sábado, 30:
📍Atividade familiar com Ciencia em movemento
📍Sessom Vermute com A Tralha da Terra de Montes
📍 Jantar e Foliada ( _Reserva antes do 27 de Setembro)_ 


A nom perder!!!
Avante A Pedreira!!!💪🏻



martes, 13 de xuño de 2023

Foliada de Lume Novo

 Na tarde do 23 de junho vamos ter muita festa e tradiçom. Divertiremos e dançaremos com o melhor folque ao vivo de Toma de Terra e Gure Terra, encheremos o bandulho com sardinhas frescas e purificaremos corpo e alma na cacharela de Lume Novo neste solsticio de verão para o que contamos com a ajuda da area de cultura da Deputación de Pontevedra.

 Foliada de Lume Novo.



DATA:
Sexta-feira 23 de junho desde às 20h00.

LOCALIZAÇOM: Terrenos de Tafisa, a beira do Léres,   https://goo.gl/maps/hvBWmCUcKRm88Eb7A

MÚSICA ao vivo com Gure Terra, Toma de Terra e Foliada livre a começar por Solimán Pandereteiras. Começará pontual às 21:00horas.

LUME: Cacharela e sardinhas na grelha. Umha fogueira de carvalho e loureiro ajudara-nos criar um lume limpo e purificador que saltar 7 vezes, assim como a assar as Sardinhas que comeremos molhando o pam. Por petiçom popular, também haverá chouriços na grelha, bom proveito.

O JEITO: Se queres conhezer a arte tradicional de pesca, contata-nos no 623317579. Esta atividade é de noite e só para pessoas associadas a Pedreira.


Concertos:

O Coletivo de Toma de Terra é um pequeno conjunto de artistas disidentes, de aquí e de alá, que pretende achegar-se á música tradicional dum jeito alternativo baseando-se na improvisaçom. Entre as súas peças percorrerám cromatismos sonoros que mudarám desde a raíz máis arcaica das pandereteiras até sinteses electrónicas distorsionadas, passando por performances de dança contemporánea, de poesía, e incluso rap. Primando sempre a música para o baile, a súa proposta aspira moverse polo senso da versatilidade e transversalidade. 

 

Num mundo no que predomina a tecnología e a música digital, Gure Terra chegam desde o passado para trazer as canções de moda (daqueles tempos), ademáis de composições proprias.

Esta parelha compom-se dum galego (Daniel Pazos) e umha vasca (Paula Díaz), nom é de estranhar que nos seus espetáculos nos fagam viajar pola contorna atlântica e cantábrica. Nesta ocasióm Pandeirela (Lorena Cabaleiro) acompanhará com percusões variadas do país


Foliada Livre.

Solimán Pandereteiras nasceram do movimento social da mão da A.C. Trépia e sempre se prestam para encetar as boas festas e colaborar com o movimento popular, traz o teu instrumento e continua a música trás os aturujos de Solimán.

xoves, 4 de maio de 2023

DÁ O PASSO, FALA GALEGO!

Ponte Vedra maio 2023

Caras,
Desde o C.S. A Pedreira queremos convidar-vos a participar na Rondalha que temos vontade de realizar o 16 de maio às 20.00 h. saindo da Peregrina e rematando na praça da Pedreira como inauguraçom dos atos e atividades que temos programado realizar polo Dia das Letras.
Agardamos à vossa assistência,
saudaçons.

DÁ O PASSO, FALA GALEGO!

O ano antes de que o Covid transformara o nosso mundo para sempre, se cumpliam 100 anos justos do passo de Castelao por Ponte Vedra como professor do Liceu desta cidade. Um mundo bem distinto aquele de 1919.
100 anos em tempo histórico nom som nada, nom eram nada polo menos até a irrupçom da Revoluçom Industrial e a sua conseqüência mais catastrófica que foi a expanssom do sistema capitalista polo mundo enteiro.

Fai 100 anos na Galiza pouca Revoluçom Industrial havia já que apenas passaram 40 anos da irrupçom do ferrocarril e so 20 da inauguraçom da linha de comboios que unia Ponte Vedra com Vila Garcia. Aquela Ponte Vedra pouco tinha que ver com esta e nom tam so no estético, muito mais no social e, por ende, no linguístico. Porque sí, o linguístico é social e o social é linguístico.

Que teriam pensado aquelas pessoas de ter podido visitar a Galiza 100 anos depois e descubrir umha sociedade linguísticamente arrassada? Aquelas pessoas nom o sabiam, mas estavam a piques de conquistar umha República e fazia ainda bem pouco que iniciaram o que logo se deu em chamar o Rexurdimento, um movimento cuja força e importância ainda se deixam sentir hoje. Aquele Rexurdimento que dá o assubio de saída com Cantares Galegos de Rosalia e alcança o seu cénit no 1916 graças à criaçom das Irmandades da Fala ao albur do Romanticismo e o Realismo europeus, onde de súpeto o nosso povo descobre o valor dunha lingua milenária acosada e perseguida polo Estado e às instituiçons durante tantos séculos atrás.

Que pensaria o próprio Francisco Fernández del Riego ao que este ano adicam o dia das nossas letras e ao que devemos a criaçom entre outras cousas da Editorial Galaxia que tanta importância tivo para a nossa língua?
Nim se podiam imaginar fai 100 anos a perseguiçom, o acosso e as represalias que viriam acompanhadas do levantamento fascista que todas conhecemos e ante o qual se mostrarom firmes e derom às suas vidas por deixarnos umha herança de dignidade.

Viver ou morrer, no físico e no metafísico. A herança cultural ademais de guardar íntima relaçom co mundo que nos rodeia, impacta de forma directa na autoestima dos povos, esso que conhecemos como “autoodio” e que está mais que documentado é umha das consequências de nom conservala como se merece.

Castelao no 1919 caminharia por Ponte Vedra e provavelmente nom escoitaria a ninguem falando em espanhol, a ninguem. Aquela sociedade rural e marinheira que fazia vibrar os cimentos daquela pequena vila senhorial, desejava o PROGRESSO, a modernidade, o futuro,... mas ninguém se esperava daquelas que aquel progresso tinha como pago a nossa língua e a nossa forma de viver.

O franquismo foi terrível, mas daquel 90% de monolingues em galego que havia no nosso país a princípios do século XX ao 30% actual, o período que realmente foi destructor para a nossa cultura foi o que nasceu da Transiçom. Progresso ao troco da renúncia à língua galega.

A Ponte Vedra de hoje em dia é uma cidade bonita, recebe prêmios, orgulho da sua cidadania. Esta Ponte Vedra moderna que fala em espanhol a causa da modernidade, também cheira a merda e ovos podres. Progresso, progresso e mais progresso.
Estamos ressistindo. Vemos passar por acima de nós ao imperialismo espanhol, à guerra fria cultural do mundo anglosajom e à sua globalizaçom, mentres nós nos agarramos cada vez mais forte à umha cadeira imaginária que nos ata à terra.

Sabemos que um dia para o galego nom é suficiente. Temos que ganhar o relato à globalizaçom capitalista que só valoriza o que é útil em termos de produtividade e polo que a nossa língua é um objetivo a batir.
Nós sabemos que a língua galega é umha parte importante da nossa autoestima colectiva por esso, espaços como o C.S. A Pedreira som absolutamente imprescindíveis. Som trincheiras de resistência ao relato da utilidade productiva capitalista. Este espaço proporciona um lugar para a inmersom linguística absolutamente necessário, umha ilha natural onde qualquer pessoa criada no “progreso do espanhol" poda dar o paso e recuperar a sua autoestima linguística. Esse passo tivemolo que dar a maioria de nós já que somos maioritariamente “neofalantes” ao ter nascido depois da Transiçom e sabemos que nom é nada singelo si nom se dam unhas condiçons propícias que ajudem a tal fim.

Está na nossa mam passar da resistência à remontada, temos a vontade, o espaço e a razom, assim que animemos a todas e todos a dar o passo.
DA O PASSO, COMEÇA A FALAR EM GALEGO. 

Jantar Festa da Língua 2026

Cargando…