venres, 23 de xaneiro de 2026

🔥 ROJAVA RESISTE, O FASCISMO AVANÇA 🔥


Nos últimos dias, as companheiras da Revoluçom de Rojava vírom-se obrigadas, umha vez mais, a defender o seu território e o projeto democrático, popular e feminista construído no nordeste da Síria. Frente a elas, avançam grupos islamistas armados (coa cumplicidade direta ou indireta do próprio Estado sírio e das potências que o sustentam), deixando tras de si sequestros de mulheres, humilhaçons por pertença étnica, liberaçom de combatentes do ISIS e umha escalada de terror e barbárie.


O que está a acontecer em Rojava nom é um conflito local. É umha expressom clara dum fenómeno global: o avanço do fascismo. Um fascismo que, em todas as latitudes, se constrói sobre o ódio, o autoritarismo e a violência patriarcal. Nom é casual que ataque com especial crueldade projetos onde as mulheres som protagonistas políticas, militares e sociais.


Rojava representa tudo o que o fascismo teme: democracia desde abaixo, pluralidade étnica, autodefesa popular e libertaçom das mulheres. Por isso a violência que ali se exerce é também umha guerra contra a emancipaçom feminina, a expressom mais crua da brecha de género que o fascismo aprofunda em todo o mundo.


Quando as democracias tambaleiam, o fascismo avança. E fá-lo sempre com um forte componhente machista, disciplinando corpos, calando vozes e destruindo qualquer alternativa que demonstre que outro mundo é possível.


Como internacionalistas e antifascistas, nom podemos mirar para outro lado. Defender Rojava é defender a vida, a dignidade e a luita contra o fascismo global.


✊🏾 Toda a solidariedade com quem resiste em Rojava.

🔥 Contra o fascismo, organizaçom e luita.


xoves, 15 de xaneiro de 2026

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COMUNICADO DO CENTRO SOCIAL A PEDREIRA

Três meses depois dos acontecimentos vividos

durante as protestas contra a participaçom da equipa israelí na Volta Ciclista e da posterior detençom dum companheiro, acabamos de receber novas notificaçons represivas. Polo menos três pessoas vinculadas ao Centro Social A Pedreira enfrentam agora procedimentos sancionadores que, de maneira surpreendente, nos acusam de racismo, xenofobia e intoleráncia.

Queremos expresar com claridade que estas sançons  produzem-se unicamente por exercer o nosso direito à expressom e por manifestar publicamente a nossa solidariedade co povo palestiniano diante da situaçom extrema que se vive em Gaza. Denunciar violaçons sistemáticas dos direitos humanos e posicionar-se contra a violência exercida sobre a populaçom civil nom pode ser considerado um ato de ódio; muito polo contrário, responde a princípios básicos de justiça, dignidade e humanidade.

Entendemos estas multas como parte dumha dinâmica que vai mais alá dos casos concretos: umha forma de pressom que procura dissuadir, cansar e desmobilizar a participaçom social e a protesta legítima. A aplicaçom de sançons económicas cumpre aqui um papel claramente intimidatório, aproveitando-se da desigualdade de forças entre a administraçom e as pessoas ou colectivos que se organizam desde abaixo.

Desde A Pedreira queremos informar que recorreremos estas sançons e que continuaremos defendendo o direito a manifestar-se e a mostrar solidariedade internacionalista. Ao mesmo tempo, agradecemos sinceramente todas as mostras de apoio recebidas até o de agora, que demonstram que nom estamos sós.



Nos vindeiros dias partilharemos informaçom sobre como acompanhar este processo e sobre diferentes formas de apoio mutuo e solidariedade, também no plano material, para afrontar coletivamente as consequências destas sançons.

Seguiremos atentas, organizadas e comprometidas, convencidas de que a defesa dos direitos humanos e da liberdade de expressom é umha responsabilidade coletiva.

Viva Palestina livre.

Centro Social A Pedreira

sábado, 3 de xaneiro de 2026

Imperialismo ianque CRIMINAL

A escalada bélica unilateral do Estado genocida e criminal dos EEUU, baixo o mandato de Trump, é um novo passo na ofensiva imperialista para impor pola força a sua vontade sobre os povos livres da América. Umha guerra de agressom ao serviço do saqueio imperialista, destinada a enriquecer umha oligarquia multimilionária, mentres o próprio povo estadounidense é condenado à miséria e à precariedade.


Onde estam as sançons da chamada “comunidade internacional” perante este novo ataque? Onde estam as democracias europeias, caladas e cúmplices do imperialismo ianque?



















Conciliaçom 8M

Este 8 de Março , Dia da Mulher Trabalhadora, desde o Centro Social A Pedreira queremos contribuír ativamente a que mais mulheres podan pa...